segunda-feira, 19 de abril de 2010

Caso FGenes - Atender prontamente, solucionar lentamente

Em Novembro ou Dezembro do ano passado, depois de fazer algumas cotações de preços para detetizar meu apartamento, decidimos pela proposta da FGenes Saúde Ambiental, apesar de não ter sido a mais barata. "Eles são conhecidos no mercado, é melhor pagar um pouco mais caro pra ter mais segurança", pensamos.

Nós tínhamos acabado de passar por uma crise por causa dos malditos cupins. Eles devoraram um closet, portas, portais... estávamos mais do que decididos a erradicá-los, pois o custo da detetização seria bem menor do que os prejuízos que nos haviam causados.

Além disso, já tínhamos até feito um projeto de um novo closet e de novos guarda-roupas embutidos. Iríamos aproveitar para reformar a casa.

Feita a detetização, contratamos o serviço do novo closet e dos novos guarda-roupas. Estávamos tranquilos. Apesar dos altos custos, estávamos felizes por investir em nosso conforto e bem-estar.

Mas, pra nossa surpresa, menos de dois meses depois notamos a volta dos cupins. Uma das paredes do novo closet já parecia fofa, vulnerável pelas pragas. Contatamos a FGenes e a nova detetização foi feita nos mesmos lugares.

Para nossa surpresa, mais dois meses e o problema voltou! Telefonei novamente pra FGenes, falei com o supervisor comercial, que se apresentou como Paulo. Depois de explicado o caso, ele falou que providenciaria para que uma nova vistoria fosse feita no apartamento para resolver o problema de uma vez. Que eu aguardasse o contato que deveria ocorrer no dia seguinte.

De fato, me ligou no final do dia seguinte para justificar que não tinha sido possível atender-nos naquele dia - que era uma sexta-feira. Desta forma, que eu aguardasse o contato na segunda-feira. Na terça-feira recebi telefonema de alguém de lá para agendar a visita. Marcamos para a quinta-feira - ou seja, uma semana depois do primeiro contato em reclamação. Uma semana de ataque a mais das pragas.

Pra minha surpresa, no dia e hora marcadas, não foi o supervisor ou qualquer técnico especializado que apareceu para fazer a vistoria. Recebi um jovem também chamado Paulo, que apareceu com um cilindro querendo saber onde deveria detetizar. Em outras palavras, não fazia a mínima ideia da necessidade específica a qual deveria estar atendendo. Ou seja, veio, meteu veneno e foi embora. Resultado: daqui a dois meses, as pragas vão aparecer de novo.

Quando falei com o primeiro Paulo pedi a solução pro problema. Deixei claro que não queria um cala-boca. Queria a solução do problema, que não foi resolvido nem na primeira detetização nem na segunda, e não me deixa nem um pouco seguro, agora, de vir a ser resolvido com esta terceira.

Neste caso, em específico, todo este relato será enviado à diretoria da FGenes para registro deles. Caso tenham algo a declarar, será disponibilizado neste espaço.

Contexto
Outros apartamentos do condomínio também tiveram problemas com cupins e também fizeram detetização. O condomínio também contratou serviços de detetização para áreas comuns. Entretanto, a empresa que cada um contratou foi por suas próprias contas.

Quando falei com o Paulo, ele acusou que haveria outros problemas relevantes para que se avalie o retorno dos cupins, uma vez que eles teriam erradicados do apartamento, mas o retorno poderia ser proveniente de outras fontes. O que argumentei é que no ato da contratação eu não julguei se os cupins vinham do sul ou do norte, eles é que deveriam ter avaliado as possibilidades quando me forneceram o orçamento. Portanto, pelo menos nos seis meses de garantia não deveria haver nova incidência. E esta é a segunda depois da detetização. O argumento foi aceito.